Friday, November 03, 2006

Pensamento do dia

Se o número de pessoas que acreditam em algo definissem a exactidão e precisão de uma verdade, não restaria nada por explicar, não haveriam mistérios, não haveria guerra, não haveria pobreza... às vezes são as minorias que detêm uma versão mais exacta e precisa da verdade... "No equilibrio é que está a virtude", o número de opiniões com o mesmo conteúdo não contam, mas sim o conteúdo em si...

Sunday, October 29, 2006

Pensamento do dia

Por vezes penso que estamos todos doentes, cada um à sua própria maneira, sendo que uns estão mais que os outros e há quem tenha consciencia que está e quem não tenha.

Thursday, October 26, 2006

Pensamento do dia

Nós nunca nos esquecemos daquilo que aprendemos. Quando precisamos de nos lembrar, lembramo-nos sempre. O acreditarmos que nos podemos esquecer é que impede que nos lembremos.

Sunday, September 17, 2006

Poema à flor

Quando me sinto incompreendido, quando julgo que o mundo esta contra mim, quando pensam que sei o que nao sei, que ajo por preguiça e não por incompreensão e distração, existe um raio de calma e esperança na minha vida, que eu por vezes não dou tanta atenção como devia. Uma luz que me irradia compreensão e esperança por um mundo melhor, luz essa brilhante no meu coração. Tu, Nês minha flor... adoro-te e quero que te sintas sempre feliz e sempre que perceber que precises de mim ajudar-te-ei.


Feliz "quadrimesário" para nós! :D

Sunday, May 14, 2006

Moonsilver Lake

As the wind blew through the treecups in that deep blue night, the moon shimmered gently above the water. The clouds softly caressed the lake's surface with their moist hands, echoing a sound through the foggy land, almost like an harp... A dark veil approached from afar, a messenger of things to come. Silence covered the landscape, no life could be heard in the damp shores, only the tingling sound of the drops... And between the trees, a lonely face gazed the starlit sky, waiting for its future to uncover, counting the days until when the birds would sing again and the sun would rise once more. One, two, three hours went by, still the same stillness in the dark. Drawing on the ground, his only allowed pleasure... But still he went ahead and looked at the water. And in it, the reflection of his sorrow. He took a drink and found himself in a neverending slumber. Above him, the silver glow of a fiendish moon... Below him, the weight of his cold feet buried in the mud... As he closed his eyes, the night became day, and the darkness which was his vision went away... And the birds sang , the sun shone, the clouds parted... but only until he woke again...